Paralisação
Categoria critica decisão do governo federal sobre absorção da URP e cobra negociação para evitar perdas na remuneração.
Categoria denuncia redução salarial de temporários após mudanças no sistema EducaDF e cobra resposta da Secretaria de Educação.
Categoria pode suspender atividades nas escolas; adesão é individual e pais devem verificar funcionamento das unidades.
Categorias cobram reestruturação de carreiras e melhores condições de trabalho.
Medidas do governo garantem piso mínimo e criam punições para quem descumprir tabela.
Categoria cobra realização de concurso público após 13 anos sem contratações e aponta déficit de cerca de 500 servidores.
Movimento teve 94,9% de adesão e prevê suspensão de atividades, com manutenção de atendimentos emergenciais.
Paralisação por tempo indeterminado começou nesta quarta (18) após impasse com o GDF sobre reestruturação da carreira.
Categoria vai se reunir para discutir carreira, concursos e pautas da educação pública.
Categoria cobra reestruturação da carreira e afirma que paralisação pode começar em 72 horas caso não haja negociação com o GDF.
