Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, foi escolhida para receber um hospital maternidade com recursos do governo federal. A obra, orçada em R$ 103 milhões, será financiada pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e deve reforçar o atendimento à população que utiliza a rede pública de saúde no município e na região.

A ordem de serviço para o início das obras foi assinada na tarde desta sexta-feira (30), durante cerimônia que reuniu autoridades locais, estaduais e federais.

Embora não tenha participado presencialmente do evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, gravou um vídeo destacando a importância do investimento para o Entorno do DF. Segundo ele, o governo federal realiza o maior aporte da história em infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O Ministério da Saúde, junto com o governo federal, está fazendo o maior investimento da história em infraestrutura do SUS: são R$ 31,5 bilhões pelo Novo PAC para construir unidades, ampliar a oferta especializada, equipar serviços e garantir mais atendimentos para todo o país”, afirmou Padilha.

A nova maternidade será estruturada para prestar assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido, tanto em casos de risco habitual quanto de alto risco. A unidade vai oferecer atendimento 24 horas, com serviços de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar, terapia intensiva e atendimento ambulatorial.

De acordo com o Ministério da Saúde, a maternidade de Águas Lindas deve realizar mais de 400 atendimentos mensais, ampliando o acesso a serviços especializados para gestantes da cidade e de municípios vizinhos.

Participaram do evento o diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Jr.; o superintendente do Ministério da Saúde em Goiás, Lucas Vasconcellos; o deputado federal Rubens Otoni (PT); e o prefeito de Águas Lindas de Goiás, Lucas Antonietti (UB).

Além do hospital maternidade, o município também foi contemplado com a construção de três Unidades Básicas de Saúde (UBS) porte 2, uma UBS porte 1 e um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), ampliando a rede de atendimento em saúde para a população local.