Economia

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Questionamento do TCDF
TCDF cobra documentos do GDF e do BRB antes de decidir sobre empréstimo de R$ 6,6 bilhões

Tribunal de Contas deu cinco dias para Casa Civil, Secretaria de Economia e BRB apresentarem estudos técnicos sobre operação; oposição questiona legalidade, impacto fiscal e falta de transparência.

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Economia
Quase R$ 180 milhões em créditos do Nota Legal ainda não foram resgatados no DF; prazo termina em 30 de junho

Mais de 970 mil contribuintes têm valores disponíveis para saque, mas ainda não informaram conta bancária à Secretaria de Economia. Pagamentos estão previstos para setembro.

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Transparência
O que Celina quer esconder?

Governadora sanciona lei e retira da proposta dispositivos que exigiam prestação de contas ao Legislativo sobre as condições do financiamento, relatórios periódicos e garantia de manutenção do controle acionário do banco pelo GDF; oposição critica decisão.

Sede BRB (6)
Pedido de esclarecimento
CNJ cobra explicações de tribunais sobre R$ 30 bilhões em depósitos judiciais administrados pelo BRB

Conselho Nacional de Justiça deu prazo para que cortes estaduais detalhem contratos, garantias e critérios adotados na transferência de recursos ao banco; caso ocorre em meio a investigações e questionamentos sobre a situação financeira da instituição.

Política
Sob gritos de ‘vergonha’, Câmara de Formosa aprova parcelamento de dívida de R$ 27 milhões da previdência de servidores

Plenário ficou lotado de funcionários públicos contrários à proposta enviada pela gestão Simone Ribeiro. Prefeita enfrenta pedido de impeachment por atrasos em pagamentos e falta de repasses.

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Política
Carol Fleury critica acordo do GDF para socorrer BRB e alerta para impactos nas contas públicas do DF

Por Cintia Ferreira

A pré-candidata a deputada federal pelo PSD, Carol Fleury, criticou o acordo firmado entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Governo Federal para ampliar a capacidade de endividamento do DF em meio à crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB). Segundo Carol, o discurso de que o governo local teria "salvado" a instituição financeira não corresponde aos fatos e desconsidera a atuação da União no processo.

Durante entrevista ao Jornal Opção Entorno, Carol afirmou que a principal discussão deve estar concentrada nas causas do déficit bilionário atribuído ao banco. Segundo ela, estimativas apontam valores que variam entre R$ 5 bilhões e R$ 16 bilhões. "Primeiro, a gente precisa saber quem criou o rombo e quem quebrou o banco. Depois, o governo busca aumentar a capacidade de endividamento para pegar empréstimos e cobrir esse déficit", afirmou.

Na avaliação ela ainda falou sobre, a ampliação da capacidade de crédito do Distrito Federal pode comprometer investimentos e serviços públicos. Ela argumenta que a obtenção de novos financiamentos exige medidas de austeridade fiscal, o que pode limitar reajustes salariais, contratações e investimentos em áreas essenciais. "Você salva o banco e quebra o Estado? Alguém faz uma má gestão e depois é a população quem paga essa conta", criticou.

Carol Fleury também defendeu que o BRB retome sua função de banco de desenvolvimento regional, voltado ao fortalecimento de micro e pequenas empresas, ao fomento da economia local e à gestão de recursos estratégicos, como o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).

Carol Fleury, ampliou as críticas para outras áreas da administração distrital. Segundo ela, problemas históricos em setores como saúde, segurança pública e assistência social se agravaram nos últimos anos.

Na saúde, Carol afirmou que o sistema público do Distrito Federal enfrenta dificuldades para atender a demanda da população. Segundo ela, municípios do Entorno, que tradicionalmente dependiam da estrutura hospitalar de Brasília, passaram a receber pacientes vindos da capital.

Já na segurança pública, apontou aumento da sensação de insegurança em regiões tradicionalmente consideradas tranquilas, como o Plano Piloto. Entre os problemas citados estão falhas na iluminação pública e registros de assaltos e invasões de residências.

Criticou as políticas voltadas à população em situação de rua e afirmou que houve crescimento da extrema pobreza no Distrito Federal. Como exemplo, mencionou a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural, onde, segundo ela, ainda existem problemas relacionados ao saneamento básico. "Estamos falando da capital do país convivendo com situações de extrema pobreza e esgoto a céu aberto a poucos quilômetros do centro do poder", afirmou.

Fiscalização e eleições de 2026

Carol Fleury ressaltou que uma das principais funções do Poder Legislativo é fiscalizar a atuação do Executivo e afirmou que continuará acompanhando temas relacionados à gestão pública e ao uso de recursos do Distrito Federal.

Ao final da conversa, também defendeu a construção de um projeto político alternativo para o DF nas eleições de 2026 e reafirmou apoio ao grupo liderado pelo ex-governador José Roberto Arruda (PSD), que vem se destacando nas pesquisas de intenções de voto.

Segundo ela, a proposta é promover mudanças na administração pública e enfrentar os problemas apontados pela população em áreas consideradas prioritárias.

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Situação do BRB
Lazzarini defende privatização do BRB e afirma que banco chegou a um ponto sem retorno

Sergio Lazzarini é professor e especialista em governança corporativa avalia que venda da instituição seria o caminho mais viável para superar a crise; posição contrasta com a estratégia adotada pelo GDF.

Antonio Cruz/Agência Brasil
Fique atento
Bancos terão horário especial durante jogos do Brasil na Copa do Mundo

Agências vão fechar duas horas antes das partidas da Seleção Brasileira; aplicativos, internet banking e Pix seguirão funcionando normalmente.

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Distrito Federal
Izalci critica acordo para socorrer o BRB e diz que população do DF vai pagar conta de rombo bilionário

Senador afirma que empréstimo para capitalizar o banco compromete futuras gestões, afeta investimentos em áreas essenciais e cobra bloqueio de bens dos responsáveis pelas fraudes.

Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF
Socorro ao BRB
CLDF aprova projeto que libera empréstimo de R$ 6,6 bilhões para socorrer o BRB

Proposta ratifica acordo homologado pelo STF, autoriza garantias do GDF e divide parlamentares sobre impactos fiscais e transparência da operação.