Polícia Civil
Investigação aponta que grupo usava canais públicos no Telegram para planejar ações violentas contra prédios públicos em Brasília; alvos incluem edifícios da Esplanada dos Ministérios.
Jovem de 23 anos, foi visto pela última vez na manhã de 23 de junho, em Ceilândia Norte. Polícia Civil investiga o caso, mas, até o momento, não há pistas sobre o paradeiro do jovem.
Investigação identificou conversas sobre invasão de prédios públicos, recrutamento de integrantes e compartilhamento de mapas e manuais para fabricação de explosivos; oito suspeitos são alvo de mandados em cinco estados.
Segundo a Polícia Civil, grupo agia de forma organizada, realizava furtos semanais de dermocosméticos e causava prejuízo médio de R$ 4 mil por ocorrência.
Operação cumpriu mandados de prisão e busca em três estados; investigação aponta que esquema movimentou cerca de R$ 1 milhão com acesso ilegal a informações restritas.
Segundo a Polícia Militar, suspeito não aceitava o fim do relacionamento. Quatro pessoas ficaram feridas após o incêndio, entre elas a vítima e o próprio investigado.
Crime aconteceu na madrugada deste domingo (26), na Adega Xpresso. Suspeito fugiu após os disparos e ainda não foi localizado; Polícia Civil investiga a motivação do homicídio.
Advogada afirma que o motorista acreditou ter passado sobre garrafas de vidro e entrou em pânico ao perceber o atropelamento. Ministério Público sustenta que ele assumiu o risco de matar ao dirigir sob efeito de álcool e drogas.
Ação cumpre 32 mandados de busca e apreensão e 11 prisões temporárias em cidades do Distrito Federal, Goiás e Paraná. Investigação começou após prisão em flagrante com grande quantidade de esteroides anabolizantes.
Rayane Lins Farias Campos, de 38 anos, e Leonardo de Oliveira Campos, de 42, foram encontrados mortos na Ponte Alta do Gama. Polícia Civil investiga a motivação e apura histórico de conflitos entre o suspeito e moradores da região.
