Polícia Civil
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpre, nesta terça-feira (15), nove mandados de prisão preventiva contra investigados por supostamente integrar um grupo que abastecia e administrava pontos de venda de drogas na Asa Norte, em Brasília. As ordens judiciais são executadas em Vicente Pires, Cidade Estrutural, Varjão e Planaltina de Goiás. A operação foi deflagrada após denúncias e informações de inteligência apontarem uma atuação organizada, com divisão de tarefas e movimentações financeiras consideradas suspeitas.
A investigação é conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia, responsável pela região da Asa Norte. De acordo com a corporação, o comércio de entorpecentes ocorria principalmente nas áreas conhecidas como Ponte e Matinha do Bragueto, Chacrinha, Bananal e Matinha da Caesb, além das proximidades da Universidade de Brasília (UnB).
Divisão de tarefas
Segundo a investigação, os suspeitos desempenhavam diferentes funções dentro do esquema. Parte deles seria responsável pelo fornecimento e transporte das drogas, enquanto outros atuariam na administração dos pontos de venda, na comercialização direta dos entorpecentes e na movimentação do dinheiro.
A polícia afirma que os indícios encontrados apontam para uma estrutura mais ampla do que a atuação isolada de vendedores. As diligências teriam identificado conexões entre suspeitos que ocupavam diferentes posições na cadeia de distribuição.
Transações sob investigação
Mensagens, imagens, registros bancários e outros dados foram analisados para identificar os possíveis integrantes e reconstruir a dinâmica do grupo.
Os relatórios policiais também apontam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com as atividades declaradas por alguns investigados. A apuração identificou ainda transferências entre pessoas ligadas ao grupo e o uso de contas bancárias para receber e repassar valores.
A PCDF não informou, até a última atualização, quantos investigados haviam sido presos durante a operação. Os nomes dos alvos também não foram divulgados.
Confusão teria começado por causa do estacionamento de um veículo em um condomínio com acesso ao Lago Corumbá IV; ninguém ficou ferido.
Suspeito conduziu o coletivo na contramão, passou sobre canteiro e quase atingiu veículos e uma pedestre antes de tentar escapar pela janela.
Vítima ainda não havia sido identificada; Polícia Civil foi acionada para investigar as circunstâncias da morte.
Maurício Corrêa e Rodrigo Barbosa são filho e irmão do policial militar aposentado Matusalém Silvério, que já havia sido preso; segundo a polícia, todos os investigados pelo crime estão detidos.
Luís da Silva Souza, de 26 anos, não foi mais visto desde 15 de agosto, após entrar em um carro em Taguatinga; três pessoas tiveram a prisão decretada e são consideradas foragidas.
Investigação aponta que grupo usava equipamentos de rede instalados clandestinamente em unidades públicas para alterar dados; líder tentou destruir provas durante operação.
Iniciativa prevê acompanhamento de denúncias, reforço nas investigações e aumento das prisões em flagrante em casos de violência doméstica no DF.
Mulher em situação de rua foi detida após danificar ao menos oito carros e atacar um restaurante em Brasília; caso coloca em debate os limites entre vulnerabilidade social, crise de saúde mental e necessidade de internação.
Valério Neves foi alvo da Lava Jato, condenado na Operação Drácon e preso em Goiás sob suspeita de envolvimento em um duplo homicídio relacionado a uma disputa de terras.
