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Pesquisa Correio/OPINIÃO mostra Leandro Grass com 9,2% e Ricardo Cappelli com 1,7% das intenções de voto; separados, os dois principais nomes da esquerda têm dificuldades para disputar espaço com os líderes da corrida ao Buriti.
Testemunhas afirmam que paciente permaneceu horas na recepção da unidade de saúde antes de ser encontrado sem sinais vitais; Iges-DF diz que vítima não chegou a passar por triagem.
Cappelli apresentou propostas para reduzir filas na saúde e melhorar o transporte público durante evento em Brasília.
Segundo a investigação, vítima foi atraída por uma corrida de aplicativo, esfaqueada durante o roubo e teve o carro incendiado pelos suspeitos após o crime.
Fiscalização identificou alimentos, bebidas, cigarros e produtos de limpeza com prazo de validade expirado; estabelecimentos foram autuados e têm 20 dias para apresentar defesa.
Mensagem classificada como “alerta extremo” foi disparada durante a madrugada com a palavra “misantropia”; sistema foi retirado do ar preventivamente e governo federal apura invasão cibernética.
Veja o que abre, fecha e onde assistir.
Em Olhos d'Água, distrito histórico de Alexânia, o estabelecimento reúne mais de 380 bebidas artesanais, peças centenárias e memórias que atravessam gerações; tudo isso às margens da lendária Linha de Tordesilhas.
O rombo de 16 bilhões consorciado pelo BRB e pelo Banco Master já está prejudicando a capital. Mas é possível ampliar o metrô, construir hospitais e melhorar a educação. Além de ajudar o Entorno do Distrito Federal.
Por Cintia Ferreira
A pré-candidata a deputada federal pelo PSD, Carol Fleury, criticou o acordo firmado entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Governo Federal para ampliar a capacidade de endividamento do DF em meio à crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB). Segundo Carol, o discurso de que o governo local teria "salvado" a instituição financeira não corresponde aos fatos e desconsidera a atuação da União no processo.
Durante entrevista ao Jornal Opção Entorno, Carol afirmou que a principal discussão deve estar concentrada nas causas do déficit bilionário atribuído ao banco. Segundo ela, estimativas apontam valores que variam entre R$ 5 bilhões e R$ 16 bilhões. "Primeiro, a gente precisa saber quem criou o rombo e quem quebrou o banco. Depois, o governo busca aumentar a capacidade de endividamento para pegar empréstimos e cobrir esse déficit", afirmou.
Na avaliação ela ainda falou sobre, a ampliação da capacidade de crédito do Distrito Federal pode comprometer investimentos e serviços públicos. Ela argumenta que a obtenção de novos financiamentos exige medidas de austeridade fiscal, o que pode limitar reajustes salariais, contratações e investimentos em áreas essenciais. "Você salva o banco e quebra o Estado? Alguém faz uma má gestão e depois é a população quem paga essa conta", criticou.
Carol Fleury também defendeu que o BRB retome sua função de banco de desenvolvimento regional, voltado ao fortalecimento de micro e pequenas empresas, ao fomento da economia local e à gestão de recursos estratégicos, como o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).
Carol Fleury, ampliou as críticas para outras áreas da administração distrital. Segundo ela, problemas históricos em setores como saúde, segurança pública e assistência social se agravaram nos últimos anos.
Na saúde, Carol afirmou que o sistema público do Distrito Federal enfrenta dificuldades para atender a demanda da população. Segundo ela, municípios do Entorno, que tradicionalmente dependiam da estrutura hospitalar de Brasília, passaram a receber pacientes vindos da capital.
Já na segurança pública, apontou aumento da sensação de insegurança em regiões tradicionalmente consideradas tranquilas, como o Plano Piloto. Entre os problemas citados estão falhas na iluminação pública e registros de assaltos e invasões de residências.
Criticou as políticas voltadas à população em situação de rua e afirmou que houve crescimento da extrema pobreza no Distrito Federal. Como exemplo, mencionou a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural, onde, segundo ela, ainda existem problemas relacionados ao saneamento básico. "Estamos falando da capital do país convivendo com situações de extrema pobreza e esgoto a céu aberto a poucos quilômetros do centro do poder", afirmou.
Fiscalização e eleições de 2026
Carol Fleury ressaltou que uma das principais funções do Poder Legislativo é fiscalizar a atuação do Executivo e afirmou que continuará acompanhando temas relacionados à gestão pública e ao uso de recursos do Distrito Federal.
Ao final da conversa, também defendeu a construção de um projeto político alternativo para o DF nas eleições de 2026 e reafirmou apoio ao grupo liderado pelo ex-governador José Roberto Arruda (PSD), que vem se destacando nas pesquisas de intenções de voto.
Segundo ela, a proposta é promover mudanças na administração pública e enfrentar os problemas apontados pela população em áreas consideradas prioritárias.
