Três irmãos são presos suspeitos de furtar “canetas emagrecedoras” de drogaria no DF
06 outubro 2026 às 10h43

COMPARTILHAR
Três irmãos, de 19, 26 e 28 anos, foram presos nesta terça-feira (6) suspeitos de integrar um grupo especializado em furtos a drogarias no Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil (PCDF), eles são investigados por participação em mais de 20 crimes somente neste ano, que teriam provocado prejuízo superior a R$ 2 milhões.
As prisões ocorreram horas depois do arrombamento de uma drogaria na quadra 407 da Asa Sul, durante a madrugada. Entre os produtos levados estavam medicamentos usados para controle de peso, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”.
De acordo com a investigação, imagens obtidas pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) mostram quatro pessoas participando da ação. Os suspeitos aparecem usando máscaras, luvas e casacos para dificultar a identificação.
A polícia também identificou o veículo que teria sido utilizado na fuga. As diligências levaram os investigadores até uma residência no Condomínio Privê, em Ceilândia, onde três homens que estavam no veículo teriam desembarcado.
Com apoio do Departamento de Operações Aéreas (DOA), os policiais entraram no imóvel e prenderam os três irmãos.
Medicamentos recuperados
Durante as buscas, a PCDF informou ter recuperado boa parte dos medicamentos furtados da drogaria. No imóvel também foram encontradas roupas que, segundo os investigadores, teriam sido utilizadas durante a ação registrada horas antes.
A investigação agora busca esclarecer a participação dos presos em outros crimes com características semelhantes. Segundo a Polícia Civil, outro integrante do mesmo grupo já havia sido preso em flagrante em agosto, após furtos contra duas drogarias localizadas no Lago Sul e no Lago Norte.
A corporação afirma que os três irmãos presos nesta terça são investigados por envolvimento em mais de 20 ações criminosas em 2026. Somados, os casos teriam provocado perdas superiores a R$ 2 milhões.
Os três foram autuados por associação criminosa e furto qualificado. A investigação continua para identificar outros possíveis integrantes do grupo e apurar a participação de cada suspeito nos demais furtos.
