Ricardo Caiado defende centro de neurociência e reabilitação em saúde mental no Entorno
17 agosto 2026 às 16h30

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O médico e pré-candidato a deputado federal Ricardo Caiado (Podemos) defende a criação de um centro de neurociência e reabilitação em saúde mental no Entorno do Distrito Federal. Ele afirmou que a proposta é levar diagnóstico, tratamento e reabilitação para moradores que atualmente precisam se deslocar até as capitais em busca de atendimento especializado.
Segundo Ricardo Caiado, que atua há 18 anos com pesquisa e desenvolvimento de protocolos voltados à saúde mental, o projeto tem por objetivo utilizar a experiência na área para ampliar o acesso a serviços relacionados a depressão, ansiedade, insônia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e transtorno do espectro autista (TEA). “Eu trabalho na área da pesquisa, sou neurocientista. Há 18 anos a gente desenvolve protocolos para a saúde mental”, afirmou.
Na avaliação do candidato, a região do Entorno ainda enfrenta dificuldades para oferecer atendimento especializado próximo às famílias. Ele defendeu que a estrutura seja implantada na própria região para evitar deslocamentos em busca de diagnóstico e tratamento. “A gente quer ter um centro de neurociência e reabilitação em saúde mental aqui no Entorno, para que as famílias que são mais desassistidas tenham esse diagnóstico”, disse.
Ricardo também relacionou a proposta a diferentes públicos, como idosos, policiais, professores e crianças. Segundo ele, questões relacionadas à saúde mental atingem famílias de diferentes faixas etárias e categorias profissionais.
Entre as propostas apresentadas pelo médico está ainda um programa que chamou de “desintoxicação digital” voltado para crianças. A iniciativa, segundo ele, teria como objetivo enfrentar os efeitos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos.
Ricardo Caiado também citou ações realizadas no Entorno durante a gestão do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), e afirmou que a região avançou em segurança. Para o candidato, o próximo desafio seria ampliar a atenção à saúde mental dos moradores. “Agora a gente quer ter segurança emocional, mental, fazer com que as famílias não precisem se deslocar até as capitais”, completou.
