Thiago Manzoni aposta no eleitorado conservador e confirma apoio do PL a Celina Leão no DF
06 maio 2026 às 15h24

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O deputado distrital Thiago Manzoni (PL), pré-candidato a deputado federal pelo Distrito Federal, afirmou que a base conservadora seguirá como principal força política da direita nas próximas eleições. Em entrevista exclusiva ao Jornal Opção, Manzoni destacou o papel dos eleitores cristãos e de diferentes segmentos religiosos na consolidação do projeto político do grupo aliado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o parlamentar, o apoio não se restringe apenas à bancada evangélica, mas reúne eleitores conservadores de diferentes religiões e perfis ideológicos. “Na verdade, é o voto conservador, é o voto da direita, é o voto do católico, do evangélico, do espírita que acredita em Deus, que quer preservar sua família, que quer poder ter liberdade, trabalhar, prosperar e empreender”, afirmou.
Manzoni disse que esse eleitorado foi responsável por sua chegada à Câmara Legislativa do Distrito Federal e aposta na mesma base para as eleições de 2026. “Foi esse voto que me levou até a Câmara Distrital e é o voto que vai fazer a gente eleger Flávio Bolsonaro presidente do Brasil, Bia e Michelle senadoras aqui no Distrito Federal e, se Deus quiser, eu vou para a Câmara Federal também”, declarou.
Durante a entrevista, o deputado também confirmou que o Partido Liberal no Distrito Federal apoia a governadora Celina Leão para a sucessão ao Governo do DF. “O PL hoje apoia a Celina Leão”, disse.
Trajetória política
Natural de Campo Grande (MS), Thiago Manzoni nasceu em 25 de janeiro de 1984. Advogado, cristão e conservador, começou a ganhar projeção política em 2016, quando passou a produzir vídeos para as redes sociais defendendo pautas ligadas à família, liberdade e valores conservadores.
Em 2018, disputou pela primeira vez uma eleição para deputado federal, pelo Partido Novo. Mesmo com poucos recursos financeiros, recebeu 11.610 votos.
Quatro anos depois, em 2022, foi eleito deputado distrital com 25.554 votos. Na campanha, defendeu como prioridades a proteção da família, a geração de empregos e a fiscalização do Poder Executivo.
