Paralisação
Medidas do governo garantem piso mínimo e criam punições para quem descumprir tabela.
Categoria cobra realização de concurso público após 13 anos sem contratações e aponta déficit de cerca de 500 servidores.
Movimento teve 94,9% de adesão e prevê suspensão de atividades, com manutenção de atendimentos emergenciais.
Paralisação por tempo indeterminado começou nesta quarta (18) após impasse com o GDF sobre reestruturação da carreira.
Categoria vai se reunir para discutir carreira, concursos e pautas da educação pública.
Categoria cobra reestruturação da carreira e afirma que paralisação pode começar em 72 horas caso não haja negociação com o GDF.
Categoria ligada a três secretarias do GDF cobra gratificação por qualificação, concurso público e valorização profissional; cerca de 1,9 mil servidores podem aderir ao movimento.
Representante da categoria entregou documento à Presidência e reforçou que a paralisação não terá bloqueios; ex-desembargador ligado a Bolsonaro oferece apoio jurídico ao ato.
Movimento organizado pelo SindEnfermeiro-DF denuncia falta de profissionais, desvio de funções e condições precárias; categoria cobra isonomia salarial e reestruturação da carreira.
Categoria realiza carreata nesta quarta (12) em direção ao Palácio do Buriti e denuncia déficit de profissionais e falta de insumos na rede pública.
