Suspeito de matar professor no DF é preso em flagrante pela Polícia Civil
06 janeiro 2026 às 11h40

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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, na noite de segunda-feira (5), um homem de 24 anos suspeito de envolvimento na morte de João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos. O caso é investigado pela 35ª Delegacia de Polícia de Sobradinho II.
João Emmanuel foi encontrado morto na manhã de domingo (4), caído ao lado de uma parada de ônibus localizada em uma área de mata, próxima à casa onde morava, em Sobradinho II. O corpo foi localizado por volta das 6h, após moradores acionarem as autoridades.
Equipes do Corpo de Bombeiros estiveram no local e encontraram a vítima caída no chão, com ferimentos no rosto. O óbito foi confirmado por um médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após a perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Segundo a Polícia Civil, desde a localização do corpo, diligências foram iniciadas para esclarecer o crime. Com base em depoimentos e levantamentos feitos na região, os investigadores chegaram ao suspeito, que foi localizado e preso no dia seguinte ao fato. Ele foi autuado por homicídio qualificado.
Durante interrogatório, o homem apresentou uma versão considerada contraditória pela polícia. As investigações também apontaram a participação de um terceiro envolvido, que teria auxiliado o suspeito após o ocorrido. Esse homem foi autuado por favorecimento pessoal e liberado após assinar termo de compromisso para comparecer à Justiça quando solicitado.
O delegado Ricardo Viana informou que familiares da vítima já foram ouvidos e que as apurações continuam. “A investigação está em andamento. Tudo ainda é inicial. Estamos diligenciando”, afirmou.
João Emmanuel era natural de Teresina, no Piauí, e atuava como professor em uma escola privada. Ele era filho de George Moura (PSD), vice-prefeito do município de Isaías Coelho, no Piauí.
O velório será realizado em Isaías Coelho, e o sepultamento está previsto para esta terça-feira (6). O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal.
