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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpre, nesta terça-feira (15), nove mandados de prisão preventiva contra investigados por supostamente integrar um grupo que abastecia e administrava pontos de venda de drogas na Asa Norte, em Brasília. As ordens judiciais são executadas em Vicente Pires, Cidade Estrutural, Varjão e Planaltina de Goiás. A operação foi deflagrada após denúncias e informações de inteligência apontarem uma atuação organizada, com divisão de tarefas e movimentações financeiras consideradas suspeitas.
A investigação é conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia, responsável pela região da Asa Norte. De acordo com a corporação, o comércio de entorpecentes ocorria principalmente nas áreas conhecidas como Ponte e Matinha do Bragueto, Chacrinha, Bananal e Matinha da Caesb, além das proximidades da Universidade de Brasília (UnB).
Divisão de tarefas
Segundo a investigação, os suspeitos desempenhavam diferentes funções dentro do esquema. Parte deles seria responsável pelo fornecimento e transporte das drogas, enquanto outros atuariam na administração dos pontos de venda, na comercialização direta dos entorpecentes e na movimentação do dinheiro.
A polícia afirma que os indícios encontrados apontam para uma estrutura mais ampla do que a atuação isolada de vendedores. As diligências teriam identificado conexões entre suspeitos que ocupavam diferentes posições na cadeia de distribuição.
Transações sob investigação
Mensagens, imagens, registros bancários e outros dados foram analisados para identificar os possíveis integrantes e reconstruir a dinâmica do grupo.
Os relatórios policiais também apontam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com as atividades declaradas por alguns investigados. A apuração identificou ainda transferências entre pessoas ligadas ao grupo e o uso de contas bancárias para receber e repassar valores.
A PCDF não informou, até a última atualização, quantos investigados haviam sido presos durante a operação. Os nomes dos alvos também não foram divulgados.
Relatório da Polícia Federal aponta que banco de Brasília transferiu cerca de R$ 17 bilhões ao Banco Master; parte das operações envolvia títulos que não teriam lastro
Lidiane Gomes, de 50 anos, passou mal cerca de duas horas depois do procedimento; polícia aguarda laudos para identificar a substância e esclarecer a causa da morte.
A Faceng Engenharia, empresa do marido e da filha de Celina Leão, recebeu 1,4 milhão de reais — 100 mil por mês — de 2025 a 2026 da Real JG Facilities, prestadora de serviços para o governo do DF.
Investigação aponta que banco de Brasília teria comprado créditos sem comprovação para dar liquidez ao Banco Master; operações somariam R$ 12,2 bilhões.
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